terça-feira, 10 de novembro de 2015

Feira de Tradições Nordestinas

A Feira de Tradições Nordestinas, em São Cristóvão, é o endereço certo para diversão.

O local oferece muitas opções de comidas típicas, com barraquinhas e restaurantes, que vão desde os lugares mais simples, até os restaurantes mais incrementados, que oferecem ar-condicionado, boa comida, bom atendimento e também preços mais altos, claro. 

Um arrumadinho, com farofa, feijão de corda, aipim e carne de sol
Mas se você estiver com pouco dinheiro, é possível beliscar vários tipos de espetinhos, queijo coalho, tapiocas, entre outros quitutes famosos do nordeste, nos diversos boxes espalhados no local.

Queijo coalho
A Feira também oferece muita música, sendo o forró o tipo mais ouvido por lá. Sempre há shows também. e na frente dos palcos todo mundo aproveita para dançar.


Há também repentistas e literatura de cordel.

Além disso, há uma infinidade de lojas, que vendem de tudo um pouco: roupas, artesanato, CD, comidas, bebidas, doces e temperos do nordeste, peças de decoração e muito mais.

Em 1945 tiveram início os primeiros movimentos que acabaram dando origem à Feira. Nesta época, retirantes nordestinos chegavam ao Campo de São Cristóvão para trabalhar na construção civil. A animada festa, regada a muita música e comida típica, promovia o encontro dos recém-chegados com parentes e conterrâneos. 

Em 2003 o antigo pavilhão foi reformado pela Prefeitura do Rio e transformado no Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas. 

Hoje, não só nordestinos frequentam a Feira para matar saudades e resgatar um pouco de sua cultura, mas também cariocas e turistas de todo o País passam por lá para aproveitar esse pedacinho do nordeste no Rio de Janeiro.  

A Feira fica no Pavilhão de São Cristóvão - Campo de São Cristóvão, s/n, no bairro de São Cristóvão.

O estacionamento custa 13,00 e o ingresso sai por 5,00 (preços de novembro de 2015). Pessoas com mais de 60 anos e crianças até 12 anos não pagam para entrar.

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Aterro do Flamengo

O Aterro do Flamengo completou 50 anos recentemente. Aproveite o domingo, quando as pistas ficam fechadas para os carros, pegue a família, os amigos, o cachorro, e vá passear e curtir esse espaço ao ar livre que a cidade nos oferece!


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Visita guiada ao Theatro Municipal

Por apenas R$ 10,00, é possível fazer uma visita guiada ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro e ver de perto a sua beleza, além de conhecer toda a sua história, contada por guias especializados. 

Também é possível conferir a restauração feita para a comemoração do aniversário de 100 anos do Theatro, em 2009.

Programa bom, bonito e barato!

Consulte o site do Theatro para conferir os dias e horários disponíveis.






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Praça Mauá

Quem já foi conferir a nova Praça Mauá? Ficou muito bonita e está virando point dos cariocas. O local está sempre cheio e bem policiado.



Aproveite para visitar o MAR – Museu de Arte do Rio.

O Museu do Amanhã ainda não foi inaugurado, mas é possível fotografá-lo por fora. 

Também é possível fazer muitas fotografias na placa #CidadeOlímpica

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domingo, 8 de novembro de 2015

Parnaso Guapi

Das sedes do Parque Nacional da Serra dos Órgãos (Parnaso), o que tem a melhor infraestrutura, sem dúvida, é o de Teresópolis, que é o principal dos três – Teresópolis, Guapimirim e Petrópolis. O de Terê possui diversas opções de lazer, como piscinas naturais, cachoeiras, trilhas, abrigos para montanhistas, camping, centro de visitantes e áreas para piquenique. O de Petrópolis pouco tem a oferecer, além das belezas naturais. E isso já basta, não é mesmo?

O de Guapimirim não tem tanta coisa quanto o de Terê, mas tem o suficiente! E muita beleza!
O acesso é bem fácil, pela serra Rio-Teresópolis  (BR-116), no km  98. É só sair da serra no local indicado e entrar no parque.

Há estacionamento no parque, que também possui uma casa principal, com um pequeno museu e venda de bebidas e lanches (biscoitos apenas). São pouquíssimas opções, então, se você for passar o dia todo, é melhor levar sua comida e bebida. 

Mas o grande atrativo da Sede Guapimirim fica por conta do rio Soberbo, com suas inúmeras cachoeiras e poços.


O poço da Capela talvez seja o mais famoso. O acesso é simples, por uma trilha curta e bem fácil. É necessário atravessar o rio, mas é realmente bem simples. O banho é ótimo, com duas quedas d’água não muito grandes, mas bem refrescantes, e tem espaço suficiente nas pedras para pegar sol também.


O poço da Capela recebe esse nome porque tem em seu caminho uma linda capelinha branca e azul, construída em 1713, muito bem conservada.


Como em qualquer cachoeira, fique atento à formação de nuvens pesadas, que podem provocar cabeças d’água, arrastando tudo pela frente. O parque possui guardas que ficam em contato com outros guardas, baseados no alto da serra, avisando ao menor sinal de chuva, para que a cachoeira seja esvaziada. Sempre obedeça às indicações dos guardas!


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Centro Cultural da Justiça Federal

É comum morar no Rio e não conhecer tudo que a cidade tem a oferecer. O centro da cidade, além de possuir uma arquitetura belíssima, reúne também bons restaurantes, teatros e centros culturais, alguns mais conhecidos, outros nem tanto. O Centro Cultural da Justiça Federal é um desses.


Muitos não sabem, mas o antigo prédio do Supremo Tribunal Federal foi reaberto, em 2001, como Centro Cultural da Justiça Federal. O processo de restauração respeitou as características históricas da construção, conforme orientação do IPHAN. 

O belíssimo edifício foi projetado pelo arquiteto sevilhano Adolpho Morales de Los Rios, sendo um dos mais belos exemplares da arquitetura eclética, em voga no Brasil no início do século XX. A construção, iniciada em 1905, adquirida pelo Governo Federal, foi a sede do Supremo Tribunal Federal, de 1909 a 1960. Com a mudança do STF para Brasília, o prédio foi ocupado, sucessivamente, por varas de Fazenda Pública e pela Justiça Federal. Em 1989, foi interditado, restaurado e finalmente reinaugurado, em abril de 2001. 


Na fachada do prédio, predominam elementos do classicismo francês. As portas, ricas em detalhes referentes à Justiça, foram talhadas pelo artista português Manoel Ferreira Tunes. A escadaria em mármore de Carrara e ferro trabalhado revela o gosto art nouveau.


As janelas retangulares lembram as góticas e as balaustradas remetem ao Renascimento Francês. A Sala de Sessões, o espaço mais suntuoso do edifício, conserva o assoalho original de peroba e pau-roxo. Possui belíssimos vitrais confeccionados pela Casa Conrado Sogenith, de São Paulo. No teto, há dois painéis pintados por Rodolfo Amoedo, um dos mais consagrados artistas da sua geração. (informações retiradas do site do CCJF) 


Hoje o prédio abriga o Centro Cultural, aberto a toda a população. Você pode conferir uma das diversas exposições que agitam sempre o lugar, além de saraus e sessões de cinema e teatro. Você também pode simplesmente aproveitar para conhecer a beleza do lugar e tomar um café por lá mesmo, na lanchonete na entrada do CCJF. Vale a pena ver de perto um lugar tão incrível, cuidado de maneira impecável.

O CCJF fica na Av. Rio Branco, 241, na Cinelândia, e funciona de terça a domingo, das 12h às 19h. Também é possível fazer uma visita guiada, marcando com antecedência. 

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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Feira de Antiguidades da Praça XV

Mesmo com as obras na Praça XV, todos os sábados ainda acontece a feira de antiguidades da Praça XV, onde são encontrados brinquedos antigos, filmes raros, máquinas fotográficas, objetos de decoração, móveis. Tem tanta coisa que só mesmo indo lá conferir. Ou melhor, indo lá "garimpar"! A feira fica agora fica na praça do Paço Imperial. 


Nessa foto a Feira ainda acontecia embaixo da Perimetral, que agora não existe mais

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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Exposições de fotografia

Duas exposições que estão acontecendo na cidade são imperdíveis para quem curte fotografia e história.
No Museu de Arte do Rio (MAR) está em cartaz “Ângulos da notícia – 90 anos de fotojornalismo do Globo”. 
A exposição apresenta fotos raras e atuais, com clicks lindos, perfeitos e no momento exato dos competentes fotojornalistas de O Globo. 


Além disso, são exibidas também várias capas do jornal O Globo antigas e de grande destaque, como a que celebrava o fim da guerra e as primeiras páginas de todas as copas do mundo em que o Brasil foi campeão.




 

A exposição fica até 29 de novembro no MAR e o ingresso custa 8,00. Há desconto para estudantes e idosos.

Outra exposição belíssima está acontecendo no Instituto Moreira Salles (IMS): Rio, primeiras poses – Visões da cidade a partir da chegada da fotografia. A mostra apresenta nove décadas de produção fotográfica no Rio de Janeiro, com fotos de Marc Ferrez, Augusto Malta, Georges Leuzinger, entre outros. 


São cerca de 250 fotografias contando a história do Rio, além de um painel multimídia, onde o visitante pode escolher as fotos que quer ver, ampliar para ver detalhes e conferir no mapa os locais onde ficavam. Um lindíssimo passeio pela história da nossa cidade.


A exposição fica até 31 de dezembro no IMS e a entrada é gratuita.

Você não vai perder essa chance, né?!

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domingo, 1 de novembro de 2015

Escadaria Selarón

Situada na Lapa, a famosa Escadaria Selarón é obra do artista chileno Jorge Selarón.
Em 1990, Selarón resolveu renovar e enfeitar a escadaria em frente à sua casa, que estava em péssimo estado de conservação. Os vizinhos zombavam das combinações de cores e exageros do artista, mas a escadaria acabou ficando muito conhecida e se tornou mais um ponto turístico no Rio de Janeiro.
Em 2005, a prefeitura da cidade deu à Selarón o título de Cidadão Honorário do Rio de Janeiro e oficializou o tombamento da escadaria.
Selarón faleceu em 2013, mas sua obra continua sendo muito visitada e fotografada por turistas e cariocas.
A escadaria fica entre a Rua Joaquim Silva, na Lapa, e a rua Pinto Martins, no bairro de Santa Teresa, a cerca de 5 minutos a pé dos Arcos da Lapa.
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domingo, 25 de outubro de 2015

Morro das Andorinhas

O Morro das Andorinhas, na praia de Itaipu, em Niterói, é uma daquelas trilhas relativamente fáceis, que proporcionam uma vista grandiosa em seu topo. Eu disse relativamente fácil porque nos primeiros 10 ou 15 minutos da trilha, enquanto ainda se passa pelo acesso de uma pequena comunidade, a subida é bem íngreme. Mas só isso. Apenas cansativo para quem está fora de forma. Não há "escalaminhada" nem qualquer outro nível de dificuldade além dessa subidinha.
O caminho inicia em uma escadaria, não muito longa, e depois seguimos em chão de terra, vendo algumas casinhas simples, até entrarmos na trilha mesmo, em um portão à direita. 

Entrada da trilha, já após a escadaria
A trilha, que faz parte da Serra da Tiririca, é muito bem marcada e quase toda plana. Ou seja, após passar dessa subida íngreme, a trilha fica realmente fácil.
A entrada para a tal escadaria fica em uma rua à direita da Igreja de São Sebastião, em Itaipu.
Na trilha há quatro paradas com vista. Na primeira é possível ver a praia de Itacoatiara, o Costão de Itacoatiara e a Pedra do Elefante. Do outro lado dessa pedra já é Itaipuaçu.
A segunda parada proporciona quase a mesma vista, mas ainda mais bonita.

Praia e Costão de Itacoatiara e Pedra do Elefante
Seguindo mais um pouco, e virando para o outro lado, chegamos à terceira parada, onde avistamos as praias de Itaipu, Camboinhas e Piratininga, além da Lagoa de Itaipu. Ao fundo dessa vista vislumbramos o Pão de Açúcar.

Itaipu, Camboinhas e Piratininga (à esquerda) e Lagoa de Itaipu (à direita)
Nessa parada há até umas mesinhas, sendo possível sentar para repor as energias.
Continuando mais um pouco, temos a quarta parada, com uma vista parecida com a da terceira, mas bem mais em cima do mar mesmo.


Se você continuar avançando e descer um paredão, é possível chegar até o mar e voltar nadando para Itaipu, que tem águas bem calmas. Mas atenção: se você tomar essa decisão, lembre-se que o único jeito de retornar é nadando, pois não é possível voltar a pé por esse paredão. Só a descida já é bem complicada.
Nós não fizemos a descida. Voltamos da quarta parada. Até porque estávamos de tênis, mochila e equipamento fotográfico.
Vale a pena caminhar um pouquinho!
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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Castelo da Fiocruz

Sabe esse castelinho lindo e imponente que fica na Av. Brasil? Ele se chama Castelo Mourisco e faz parte do complexo arquitetônico da Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz.

 É possível fazer uma visitação e admirar aquela arquitetura lindíssima e preservada, de  construção de 1904, por dentro e por fora.


Aproveite para também visitar o Museu da Vida, um espaço de integração entre ciência, cultura e sociedade com o objetivo de educar e informar, de forma lúdica e criativa, por meio de exposições, atividades interativas, multimídias, peças teatrais e laboratórios.

Há também uma Biblioteca no local.

Você pode obter mais informações sobre como visitar no site da Fiocruz.

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domingo, 23 de agosto de 2015

Mirante do Roncador

Quem quer ir a um mirante com uma vista bacana e não quer ter o trabalho de fazer uma trilha pode dar uma paradinha no Mirante do Roncador, logo no inicio da estrada que leva à Prainha.
Nesse Mirante é possível parar o carro e já curtir o visual. Claro que não é uma vista tão incrível quanto à do Mirante do Caeté, por exemplo (falamos dele aqui), pois o Caeté fica bem no alto, acessado por trilha, enquanto que o Roncador fica na estrada mesmo. Mas, como a estrada é uma subida, dá para ver boa parte do litoral da Zona Oeste da cidade, como o Recreio, o Pontal e a Barra. E sem esforço algum!
O local tem um estacionamento e geralmente é fácil conseguir vaga, pois as pessoas não ficam muito tempo por lá. A não ser em dias de sol forte no verão, quando muitos estacionam por ali e seguem a pé até a praia.


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Hambúrguer 'gourmet' no Momo

Na onda da “gourmetização”, alguns pratos são exagerados e apenas uma desculpa para aumentar os preços. Outros são reais e dão certo.
Na Tijuca tem um boteco chamado Bar do Momo (já falei sobre ele aqui), que tem o melhor bolinho de arroz que eu já comi.
Muito ouvia falar do hambúrguer de lá. E finalmente experimentei. Não sei por que levei tanto tempo para provar!
O de fraldinha vem com queijo, maionese de alho, picles de maxixe e em um pão de abóbora.

Hambúrguer de fraldinha
O de contrafilé vem em um pão australiano, com cheddar, cebola roxa caramelizada e maionese de páprica.

Hambúrguer de contrafilé
Bom demais. Nem sei dizer qual foi o meu preferido! Só experimentando para entender o sabor desses incríveis hambúrgueres de boteco, com sabor de restaurante bacana!
Além disso, toda semana tem um hambúrguer diferente, fora do cardápio. Para saber quando e qual, é só acompanhar pelo Instagram @toninhomomo


Ponto negativo: o bar não aceita cartões de crédito nem de débito. Apenas dinheiro.

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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Mirante do Caeté, na Prainha

Acho que nem todo mundo sabe, mas, em frente à Prainha, após o Recreio, existe um parque, chamado Parque Natural Municipal da Prainha. 


Nesse parque há uma trilha que leva a um mirante com uma vista incrível, o Mirante do Caeté.
A trilha é bem leve e muito bem marcada. O percurso, que dura cerca de 20 a 30 minutos, pode ser feito até por crianças. É realmente simples.


Ainda no meio da trilha é possível deslumbrar uma belíssima vista da Prainha, esse oásis na cidade do Rio de Janeiro.
Prainha vista da trilha
E, chegando ao mirante, a vista aumenta bastante. É possível ver a Praia da Macumba, Recreio, Pontal e Barra da Tijuca. 
No dia em que eu fui, apesar de bem bonito, havia, infelizmente, uma névoa fina, que lá embaixo eu não percebi, atrapalhando a vista.

Descansando no Mirante do Caeté
O mirante possui uma pedra em que todo mundo quer subir para fazer uma foto. Tome cuidado, pois ela fica fora da área delimitada.
Chegue cedo, principalmente em dias lindos de sol, e mais ainda se for no verão. 
Por ser uma área de proteção ambiental controlada pela marinha, há uma cancela no início da estrada, que é fechada quando é atingido um determinado número de carros. Além disso, o estacionamento em frente ao parque é pequeno, não comportando muitos carros, já que muita gente vai mesmo é para a praia. 
Eu cheguei cedo e tinha bastante vaga, mas quando desci, por volta das 10:00, o estacionamento estava completamente lotado, com carros trancando os que tinham parado cedo. Mas os flanelinhas ficam com as chaves e manobram para liberar quem está preso. Cobram 5,00 pela vaga. 
Já para entrar no parque é de graça.
O parque possui banheiros e um chuveiro. Não há lanchonete, mas bem em frente fica o quiosque da Prainha, onde você pode comprar água (essencial) para subir a trilha. 
E depois, ao retornar, pode descansar por lá, comendo e bebendo com aquele visual. 


Pode até mesmo aproveitar para dar um mergulho!


Não esqueça de ir de tênis, levar água e passar repelente para mosquitos.
Depois é só relaxar e curtir o visual!
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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Bräun & Bräun

Estive em Friburgo e fui a um restaurante que tinha visto na minha última ida à cidade, mas naquele dia já tinha almoçado, e então prometi voltar na próxima vez.
Como Friburgo fica aqui do lado, a apenas 130 km do Rio, foi só voltar e aproveitar.
O Bräun & Bräun é um restaurante alemão, que oferece uma saborosa comida suíça-alemã, além de, claro, vários tipos de cerveja. Como eu não bebo, só posso falar da comida mesmo. E com uma só palavra: impecável.
Há várias opções de pratos com nomes enormes e esquisitos, mas todos com a tradução! Além disso, os garçons, simpáticos, nos ajudam na escolha.


Comemos um delicioso kassler (costeleta defumada) e lombinho à milanesa. Nunca tinha comido lombinho assim. E gostei! O acompanhamento você pode escolher, entre a tradicional salada de batata, chucrute, batata rosti, entre outros. Há também várias outras opções, como salsichões, carnes, fondues e racletes, entre outros.
Lombinho à milanesa

Kassler
A sobremesa também vale muito a pena. Optamos pelo brownie com sorvete, chantilly e calda de chocolate. Nota dez!


A decoração do restaurante também é bem legal, com diversos quadros engraçadinhos pendurados pelas paredes. 


O Bräun & Bräun fica dentro de uma espécie de shopping, que na verdade é uma rua com algumas lojinhas no estilo alemão, formando uma charmosa vila. 


Até no estacionamento as placas são engraçadinhas.


Bom humor e boa comida? Sim! Então vale a pena visitar. Ele fica em Mury, considerado o centro gastronômico de Friburgo.
Fique atento: o restaurante não aceita cartões de crédito, apenas de débito.
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terça-feira, 28 de julho de 2015

Pedra do Cão Sentado

Há algum tempo eu queria ver de perto a famosa Pedra do Cão Sentado, em Friburgo, essa diferente e incrível formação rochosa, que tem o formato exato de um cão de guarda sentado. 


A pedra foi originada de eventos erosivos que desgastaram a rocha e a levaram à formação que hoje se assemelha perfeitamente a um cão. Ela tem pouco mais 100 metros de altura e é possível escalá-la e chegar ao topo, na cabeça do cachorro. Mas não foi isso que eu fiz, claro, pois não sou escaladora!
Fiz a trilha, que parte do Parque do Cão Sentado (Furnas), levando a um mirante que proporciona uma visão privilegiada da pedra, de bem perto. 

Trilha bem sinalizada
É possível ver a pedra de alguns pontos da estrada, mas nada se compara à vista obtida no mirante. Lá, além do Cão, é possível ver várias montanhas, pois o mirante fica a 1111 metros de altura do nível do mar.
A caminhada é considerada leve, mas é um pouco puxada para quem não está acostumado. Tem 1,5 km, é íngreme e passa por várias cavernas e grutas, além de dar acesso a outras formações rochosas. Mas a trilha é bem sinalizada e possui várias escadas e passarelas com corrimãos, facilitando bastante o acesso. Algumas estão um pouco deterioradas e tortas, mas no geral são boas e auxiliam bastante.




O percurso leva de 45 minutos a 1 hora, dependendo das condições físicas das pessoas. Já a volta é bem mais rápida!
O parque fica na Rodovia Friburgo-Bom Jardim e a entrada é imediatamente antes do pedágio (vindo de Friburgo). O ingresso custa R$ 9,00 (agora em julho de 2015).
Não esqueça de levar água e ir de tênis.
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